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foto: Jose Assenco
Atenção aos protetores solares

Produtos podem não conter o que prometem no rótulo.

Na hora de escolher um protetor solar o consumidor deve buscar, antes de tudo, um produto comercializado por empresa idônea, que significa dizer que tenha credibilidade e responsabilidade social, pois grande número de protetores lançados no mercado não contém que prometem em seu rótulo.

O consumidor não deve aceitar protetores que atuem apenas na banda UVB, principal causa das queimaduras solares. O protetor solar ideal deve proteger tanto para UVB quanto para UVA, na proporção mínima de três para um. Fique atento!

Importante saber:

- Cerca de 70% dos protetores não entregam aquilo que prometem.

- Um frasco de 120 ml de protetor com filtro 15 deveria dar apenas para quatro aplicações.

- Não se deve guardar o filtro/protetor de um ano para outro. - A cada duas horas o protetor deve ser passado.

- O raio UVA está presente desde cedo da manhã até que o sol se ponha. E o raio UVB está mais concentrado próximo ao meio-dia.

- O UVA para o envelhecimento é o mais grave.

- O UVA atua sobre as fibras de sustentação da pele, além de atuar sobre células que atuam nos pigmentos, responsável pelo foto envelhecimento.

- Os raios UVC não chegam à Terra. Mesmo que a camada de ozônio esteja diminuindo, o UVC não vai atingir o nosso planeta. O primeiro raio a chegar é o UVB.

- O vermelho que muitas pessoas acham ser início de bronzeado representa queimadura, é uma agressão, resposta inflamatória da pele.

- O bronzeado só vai aparecer de 5 a 7 dias após o primeiro sol.

- O filtro formulado não é a mesma coisa.

Fonte: Dermatologista Humberto Ponzio, professor da Universidade Federal do RS

 

 
 
foto: Alexander Radev
Desemprego diminui reisistência às doenças

Estudo comprova que indivíduos sem emprego apresentam valores de sistema de defesa mais baixos.

Algumas experiências têm demonstrado que a atividade do sistema imune e seu equilíbrio estão intrinsecamente ligados ao indivíduo, como também recebe influências do meio externo. Para descobrir a influência do desemprego sobre o equilíbrio e funcionamento do sistema imunológico, pesquisadores americanos realizaram estudo, cujos resultados foram lançados na revista Psychosomatic Medicine de 2007. O objetivo era avaliar se com o término de um evento estressor, como o desemprego, o sistema imune recuperaria sua adequada função.

Cem desempregados e 100 empregados, aparentemente saudáveis, de ambos os sexos, com idades entre 29 e 45 anos, foram acompanhados por um período de 4 meses. Setenta e cinco dos voluntários desempregados conseguiram trabalho antes do término da pesquisa. Durante esse intervalo, avaliações laboratoriais do sistema de defesa do organismo foram realizadas. Os pesquisadores observaram que aqueles indivíduos que permaneceram constantemente desempregados apresentaram os mais baixos valores laboratoriais do sistema de defesa, comparativamente aos empregados. Entretanto, quando alguns dos participantes alcançaram o emprego, os níveis tornaram-se significativamente maiores, demonstrando substancial recuperação do sistema imune (de 44% antes do emprego, para 72%, com a sua aquisição), comparativamente ao grupo dos empregados, nos quais esses valores mantinham-se em um patamar estável.

Os pesquisadores confirmaram que situações estressoras crônicas, como o desemprego, podem diminuir a resposta imune do organismo. Para eles, esta é a primeira pesquisa a demonstrar, com precisão de dados, a recuperação imunológica após término do fator estressor.

Fonte: Psychsomatic Medicine

 

 
 
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