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Entrevista com Bethe Hekoph
O Bem Estar conversa nesta edição com a terapeuta Bethe Hekoph, uma pessoa de grande versatilidade, interessantíssima e de muitas vivências na área terapêutica.
"Sempre fui aquela criança super alegre, disposta, hiperativa e líder. Mas, ao mesmo tempo, todos os assuntos de cura me interessavam. Sempre fui aquela criança super alegre, disposta, hiperativa e líder. Mas, ao mesmo tempo, todos os assuntos de cura me interessavam. "
Bethe, conte-nos um pouco da tua trajetória, da tua infância.
Na verdade, a minha trajetória terapêutica já se manifestou desde cedo a partir da sensibilidade e emotividade que sempre fizeram parte da minha vida. Sempre gostei muito de ler e, desde que aprendi a fazê-lo, devorava todos os tipos de livros. Adorava saber tudo o que a ciência descobria sobre o corpo, a mente, as doenças... e, às vezes tinha a nítida impressão de que aquilo tudo me era muito familiar. Quando encarei o período de vestibular, até pensei em fazer medicina, mas, sentia um medo (quase pavor) de correr o risco de contribuir para a morte de alguém. A sensação era de que eu precisava estar estudando muito e ajudando os médicos em tudo que pudesse estar nas entrelinhas de um processo clínico. Aos poucos fui percebendo que o que me atraía era a diagnose, já que o diagnóstico era dos médicos...
Então, o que fizeste, Bethe?
Segui minha terceira opção, já que a segunda era jornalismo: mas, ser jornalista era incompatível com uma jovem que queria casar e ter filhos. A terceira opção era a área de Letras. Ler, escrever e criar eram a minha paixão. Assim foi, por quase vinte anos. A especialização em Literatura me garantiu um prêmio de readaptação para a Secretaria de Cultura para trabalhar com uma das minhas especialidades: a poesia de Mario Quintana. Assim, coordenei, como Técnica Cultural, o Acervo do meu querido anjo poeta. Lá também criei, divulguei, ousei, eduquei e lancei projetos que existem até hoje.
E como chegaste ao mundo das terapias?
Com o passar do tempo, a minha energia (220 voltz) foi classificada como um distúrbio da supra renal, que produzia adrenalina em excesso, causando hipertensão severa e vários outros órgãos a mil... Precisava reduzir o ritmo e o fluxo do meu jeito de viver. Reaprender a respirar, ouvir mais, silenciar a ansiedade, reduzir o fluxo das atividades para que não fosse necessário aumentar a produção de adrenalina. As terapias alternativas de relaxamento me encantaram e a iridologia também. Com o estudo da íris, foi possível conhecer meu corpo, meu perfil hereditário, meu temperamento, minhas fragilidades e debilidades a suprimir, transformar, prevenir e identificar.
E a partir daí passou a trabalhar também com a terapias?
Sim. Estudei, me encantei, me beneficiei de várias técnicas e me convenci de que agora eu podia fazer isso também pelos outros. E, com eles, minha responsabilidade precisava ser maior. Eu sabia que não deveria errar. Queria que os médicos, que eu tanto admirava, pudessem me admirar também, para que, juntos, reuníssemos experiências que conseguissem somar na busca pela cura e pelas melhores condições de saúde. Assim tem sido. Habilitei-me para várias técnicas terapêuticas e me identifiquei diretamente com várias delas.
E como está hoje o teu trabalho? E o programa na rádio?
Tornei-me, com aval do Magistério /Letras, locutora profissional em 1984 e hoje, aplico minha experiência didática para ensinar as terapias aos meus colegas e parceiros. Ser professora hoje, dentro da área terapêutica, fazia parte da minha história. Por isso,foi necessário dar aulas durante dezenove anos... No mundo, tudo está sintonizado. O ser humano é que, pela ansiedade e por suas próprias limitações, sai da vibração ideal e aí gera descompensações, frustrações, medos e inseguranças, grandes geradores de doenças. Hoje, o meu trabalho beneficente, por mais de dez anos, em canais de FMs (Rádio Metrô - Ativa FM) tem contribuído para despertar nas pessoas seu próprio potencial, sua bagagem energética e evolutiva, fazendo com que se vejam inteiramente capazes.
Você poderia deixar uma mensagem de ano novo para os leitores do Bem Estar?
Procurem estar em sintonia com fazer sempre o melhor possível. Acreditem nos seus potenciais e saibam que o ano vai fazer a prestação de contas de tudo aquilo que esteve disponível para o crescimento de cada um. Aqueles que não cultivarem as boas intenções estarão sujeitos a cobranças no mesmo nível. O universo é pleno e o ser humano também. Bastará apenas alimentar todas as nossas intenções com luz, verdade e superação! Um beijo grande a todos e um Feliz Ano Novo !
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